Os três se entrelaçam, pois são contínuos, porém se distinguem não só pelo contexto em que estão inseridos mas também pelos recursos que dispõem em cada etapa, portanto o homem muda o seu pensamento porque pretende evoluir e para isso deve quebrar paradigmas, nesse caso este não é apenas mais um produto da sociedade mais formador da mesma.
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terça-feira, 5 de maio de 2009
Discutindo o texto...
1.Como e por que diferentes tecnologias intelectuais geram estilos de pensamentos diferentes?
É inerente ao ser humano o fato de estar em constante crescimento intelectual e aprimoramento cultural e tecnológico, os três tempos do espírito segundo Piery Levi (Oralidade, Escrita e Informática), não só pertencem a épocas diferentes, como também as carcterizam e por esse motivo é possível dizer que em cada tempo ou momento da intelectualidade o homem se encontra em estágios diferentes, para cada etapa concebe um pensamento, sendo que na oralidade ele forma principios, na escrita registra sua história e na era da informática consegue globalizar suas idéias e expandir sua comunicação.
Os três se entrelaçam, pois são contínuos, porém se distinguem não só pelo contexto em que estão inseridos mas também pelos recursos que dispõem em cada etapa, portanto o homem muda o seu pensamento porque pretende evoluir e para isso deve quebrar paradigmas, nesse caso este não é apenas mais um produto da sociedade mais formador da mesma.
Os três se entrelaçam, pois são contínuos, porém se distinguem não só pelo contexto em que estão inseridos mas também pelos recursos que dispõem em cada etapa, portanto o homem muda o seu pensamento porque pretende evoluir e para isso deve quebrar paradigmas, nesse caso este não é apenas mais um produto da sociedade mais formador da mesma.
2. Quais são as representações que têm mais chance de sobreviver nas ecologias cognitivas essencilamente compostas por memórias humanas?
As represntações orais ao serem manifestadas conseguem traduzir o contexto histórico de um povo e desperta-lhe sua perspectiva de mundo,pois premitem que uma geração transmita a outra os marcos de seu passado e os traços encontrados no presente norteando-o para o povir, vemos que o oral independe de suportes eletrônicos ou até mesmo de registros escritos, seu arquivo ou sua fonte são o próprio homem , nele se encontram as perguntas e respostas do seu próprio dilema, onde os valores e/ou costumes são compostos e preservados unicamente na memória humana.
3. Qual seria o tempo secretado pela informatização?É possível dizer que nenhum dos três, porque como já foi dito, a informatização não vem para ocultar valores, ou desmintir os outros tempos (oralidade e escrita),mas para evidenciá-los e aliada a estes propagar um novo momento da história: o surgimento da Sociedade da Informação.
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Pierry Levi
domingo, 3 de maio de 2009
Livro falado, uma questão de cidadania
Olá biblioamigos, falando em oralidade e defendendo-a como tecnologia sempre atual e um fator fundamental da comunicação, vemos que Pierry Levi foi muito feliz quando afirmou que o tempo da escrita e o tempo virtual vieram aprimorar e não substituí-la (a oralidade) conseguimos relacioná-la perfeitamente com a novidade abaixo:
Fonte:Prêmio Vivaleitura 2007
Fotos: Daniela Dacorso, Denis Ferreira Neto e Futura Press
A produção de livros falados envolveu 46 alunos da Escola Palmares e um conjunto de ações
Quando Vanessa Ribeiro, professora de Língua Portuguesa contou a seus alunos da 7ª série do Ensino Fundamental, da escola privada Palmares, de Curitiba, que colaborava para aumentar o acervo de livros falados da Biblioteca Pública do Paraná, logo eles se interessaram em conhecer a experiência. Foram levados à seção de audiolivros da biblioteca, criada para pessoas portadoras de eficiências visuais. Ficaram impressionados com a diferença entre as gravações feitas com voz humana e aquelas produzidas com vozes sintetizadas. Os livros digitalizados, ao contrário dos gravados com voz humana, lhes pareceram frios e distantes, sem expressar nenhuma emoção. Conheceram, assim, os aspectos técnicos que limitam a produção de livros falados e a falta de voluntários para essa tarefa. Ao perceberem a oportunidade de contribuir para o aumento desse acervo, o entusiasmo foi geral.
Adequadamente preparados, os alunos participam da gravação - na foto, Camila da 7.ª série
O projeto Livro falado, iniciado em 2006, teve a participação de 46 alunos na sua segunda edição e contabiliza muitos ganhos. Do ponto de vista da aprendizagem específica da disciplina, os alunos desenvolveram a oralidade, treinaram o ritmo de leitura, a entonação e as pausas relativas à pontuação e aos parágrafos. Foram incentivados também a ler mais e melhor, além de aprender a pesquisar e selecionar textos com a finalidade de atender a um público específico. A biblioteca pública, por sua vez, aumentou o acervo de livros falados, em especial de literatura infanto-juvenil, que representava sua maior carência.
Usuário portador de deficiência visual, confere o resultado do trabalho
Assim, todos saíram ganhando. Foram feitas gravações de livros interessantes, com leituras de qualidade. Os alunos da professora Vanessa lêem cada vez mais e os usuários da Biblioteca Municipal de Curitiba passaram a ter mais opções de livros falados.
E em Juazeiro do Norte, por que não?
E em Juazeiro do Norte, por que não?
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